domingo, 20 de novembro de 2011

Somos...



...tristes, alegres, surpreendentes e decepcionantes...enfim, seres humanos, mas a vida, oh! A vida! Nos acostumamos a atribuir culpas ao destino e a ela.


  Em tese não pedimos para nascer (eu disse EM TESE), mas isto não vem ao caso!


  Com o seu empirismo, John Locke representa um progresso em confronto com os precedentes: no sentido de que a sua gnosiologia fenomenista-empirista não está direta e dogmaticamente acompanhada de uma metafísica.


  Locke exclui absolutamente as idéias e os princípios que deles se formam, derivam da experiência; antes da experiência o espírito é como uma folha em branco, uma "tabula rasa", entretanto, para Maquiavel por exemplo, "o homem nasce mal", mas isto fica para outra feita, já que por alguns anos vivi sem paciência para Blogs e afins, e continuo sem para muita coisa!


  Creio que isto sim me atrapalha no chamado CICLO DA VIDA, todavia, a finalidade de voltar a escrever (ah, não sei de quando em quando atualizarei, mais que uma vez por dia? Uma vez por mês?). O objetivo é o de falar comigo mesma e, porventura com aqueles que acreditam na vida, que não perderam a fé no ser humano e em si, tendo a certeza de que não precisamos provar nada para ninguém, somente para nós mesmos.


  Termino falando de mais um empirista, o Kant que nos alerta para não desejarmos ao outro aquilo que não queremos para nós, pois eu sou o outro e o outro sou eu, entretanto, eu também sou o seu não-ser.


  Ah e que fique claro: ISTO NÃO É AUTO-AJUDA ou algo do gênero, falarei sobre o que me der na telha. 
 









    " É preciso metade do tempo para usar a outra"

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