segunda-feira, 13 de maio de 2013

Só um pouquinho!



 






  Atenção não dá pra ser definida em palavras, bem como a amizade e o amor, todos (e outro poucos 
 embutidos) se demonstram.
  É o dar sem pedir em troca é doar-se, é viver melhor.
  Sabem que a minha palavra-chave a qual norteia a minha vida é Gratidão. É constrangedor querer ser do bem? Compactuar com coisas que na maioria, sim, na maioria das vezes podemos mudar...
  Mutilamo-nos a cada dia neste intervalo entre a vida e a morte e embora não saibamos, aprendemos um bocado com as intempéries, um grande exemplo é o momento final, onde todos refletem e veem que a existência é um sopro.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Overkill


 







Overkill


I can't get to sleep
I think about the implications
Of diving in too deep
And possibly the complications

Especially at night
I worry over situations
I know I'll be alright
Perhaps it's just imagination

Day after day it reappears
Night after night my heartbeat shows the fear
Ghosts appear and fade away

Alone between the sheets
Only brings exasperation
It's time to walk the streets
Smell the desperation

At least there's pretty lights
And though there's little variation
It nullifies the night from overkill

Day after day it reappears
Night after night my heartbeat shows the fear
Ghosts appear and fade away
Come back another day

I can't get to sleep
I think about the implications
Of diving in too deep
And possibly the complications

Especially at night
I worry over situations
I know I'll be alright
It's just overkill

Day after day it reappears
Night after night my heartbeat shows the fear
Ghosts appear and fade away
Ghosts appear and fade away
Ghosts appear and fade away



   
  Ah tá! Novidade... ¬¬

A Seção, ao apreciar o REsp submetido ao regime do art. 543-C do CPC e Res. n. 8/2008-STJ, firmou o entendimento de que o prazo previsto no art. 284 do CPC não é peremptório, mas dilatório.
Caso a petição inicial não preencha os requisitos exigidos nos arts. 282 e 283 do CPC, ou apresente defeitos e irregularidades sanáveis que dificultem o julgamento do mérito, o juiz determinará que o autor a emende ou a complete no prazo de 10 dias. Porém, decidiu-se que esse prazo pode ser reduzido ou ampliado por convenção das partes ou por determinação do juiz, nos termos do art. 181 do código mencionado. 
Com base nesse entendimento, concluiu-se que mesmo quando descumprido o prazo de 10 dias para a regularização da petição inicial, por tratar-se de prazo dilatório, caberá ao juiz, analisando o caso concreto, admitir ou não a prática extemporânea do ato pela parte. Precedentes citados: REsp 871.661-RS, DJ 11/6/2007, e REsp 827.242-DF, DJe 1º/12/2008. REsp 1.133.689-PE, Rel. Min. Massami Uyeda, julgado em 28/3/2012.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013




 Sabe aqueles momentos em que tu tens de se submeter a determinadas coisas sem vontade, ou porquê realmente é necessário, mas sabe que aquilo poderia ser diferente de acordo com o bom senso do outro?

  Sabe quando te dá vontade de chorar e tu tens de ser forte para que a lágrima não caia dos teus olhos, e se vier a cair, ponha a culpa na rinite e está ótimo.

  Dizem que quando nós seres humanos sentimos vontade de chorar por tristezas quotidianas é porquê o espírito que está reencarnado em nós (não sou eu quem estou dizendo, foi o Allan Kardec) está com vontade de sair do corpo por não aguentar ver o seu corpo material sofrendo.

  Mas... morre-se um pouco a cada instante, sem que o espírito saia mesmo.

  Misto de tantos sentimentos que começo a ter medo de ter pena de mim mesma, pois aí sim é morrer-se de uma cajadada só!

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

POEMA





Na voz do Ney Matogrosso também é perfeita.




Poema


(Cazuza)

Eu hoje tive um pesadelo
E levantei atento, a tempo
Eu acordei com medo
E procurei no escuro
Alguém com o seu carinho
E lembrei de um tempo
Porque o passado me traz uma lembrança
Do tempo que eu era criança
E o medo era motivo de choro
Desculpa pra um abraço ou um consolo
Hoje eu acordei com medo
Mas não chorei, nem reclamei abrigo
Do escuro, eu via o infinito
Sem presente, passado ou futuro
Senti um abraço forte, já não era medo
Era uma coisa sua que ficou em mim
De repente, a gente vê que perdeu
Ou está perdendo alguma coisa
Morna e ingênua que vai ficando no caminho
Que é escuro e frio, mas também bonito porque é iluminado
Pela beleza do que aconteceu há minutos atrás

domingo, 20 de janeiro de 2013





  PS: Seus comentários estão guardados no meu e-mail, já que não aceito no blog. Beijos carinhosos

  
  Faz parte da tragédia da liberdade não saber das condições que a limitam, de tal maneira que a cada decisão que tomamos, simultaneamente testamos e exploramos os limites de nossa autonomia. A exemplo da expressão "bicho de sete cabeças" que significa exagero, e foi cunhada da mitologia grega referente ao monstro Hidra de Lerna. Transformamos quase tudo em tempestade!

  Imaginemos um dos mais antigos medos comuns a nós e ao mundo animal: o medo do fogo. A possibilidade de reconhecer a periculosidade desse elemento salva da morte muitos animais. Diante do fogo, eles fogem apavoradosprocurando evitar, desse modo, a força destrutiva. Com relação as outras espécies, o homem deu um passo adiante. Distinguiu-se por sua capacidade de transformar o poder destrutivo desse elemento, aterrador também para o homem, num poderoso meio de evolução.

  Diz Francis Bacon: " A mente do homem está longe de ser da natureza clara e uniforme de um vidro, no qual os raios das coisas se refletem de acordo com a sua precisa incidência. Ao contrário, ela como um espelho encantado, cheia de superstição, impostura, se não for liberada ou diminuída".

terça-feira, 8 de janeiro de 2013




 

Bom Conselho

Chico Buarque

Ouça um bom conselho
Que eu lhe dou de graça
Inútil dormir que a dor não passa
Espere sentado
Ou você se cansa
Está provado, quem espera nunca alcança

Venha, meu amigo
Deixe esse regaço
Brinque com meu fogo
Venha se queimar
Faça como eu digo
Faça como eu faço
Aja duas vezes antes de pensar

Corro atrás do tempo
Vim de não sei onde
Devagar é que não se vai longe
Eu semeio o vento
Na minha cidade
Vou pra rua e bebo a tempestade